| MAMÃE PEDÓFILA |
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| Literatura - Contos - Diversos |
Escrito por João Bravo |
Sex, 05 de Dezembro de 2008 19:05 |
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Maiara é uma grande amiga, casada com Antonio á 10 anos, tentavam desesperadamente sem sucesso gerar um filho.
Após vários tratamentos para fertilidade, conseguiram por fim, ambos já com certa idade, dar o ser a vida. Nascia ali um menino, batizado por Tiago. Tanto esforço porém, foi minando o casamento, de formas que, assim que o menino completou quatro aninhos, veio a separação do casal, e com ela, a luta pela guarda do menino. O Tiaguinho, logo em seguida, começou a apresentar problemas de saúde, sentia fortes dores ,que a primeira vista, parecia problemas nas vias urinárias. As dores eram tão fortes a ponto de lhe fazerem chorar, deixando a mãe desesperada, trilhando caminho de vários médicos, sem achar solução. Levado a um dos maiores pediatras, foi constatado uma criptorquidia, ou seja, um de seus testículos não havia baixado para o escroto, o que causava-lhe as dores. Começado o tratamento contra uma inflamação, Maiara, foi alertada pelo médico que as dores ainda persistiriam por algum tempo, e que ela evitasse vesti-lo com calções ou cuecas apertadas, e que sempre que possível o deixasse pelado, isso aliviaria em muito suas dores. Maiara obedecia religiosamente horários de medicação e sempre que a temperatura permitia deixava o menino sem roupas. Filho único, sem ter com quem brincar, a mãe consternada com a situação, resolveu comprar um filhotinho de poodle, de aproximadamente 3 meses, para lhe fazer companhia. Peladinho, Tiaguinho sentava-se no tapete da sala a brincar com o cãozinho. Aquilo ajudou em muito, para manter o menino ocupado, e esquecido da dor. Volta e meia, o filhotinho parecendo adivinhar o sofrimento do amiguinho, dava-lhe algumas lambidas no saquinho, Maiara percebendo tratava de espantá-lo. Mas aquele gesto de amizade do cãozinho pelo pequenino amigo, parecia aliviar em muito a dor que Tiaguinho sentia. De formas que quando a dor apertava, o próprio menino chamava o cachorro para aliviar-lhe. Assim que Maiara enxergava, espantava o bichinho. E assim foi indo, o cãozinho lambia, Maiara espantava, o cãozinho lambia, Maiara espantava... A esta altura a batalha judicial esquentara. Antonio, seu ex-marido, alegava que ela não era uma boa mãe, descabeçada, sem moral, as alegações padrões em um divórcio conturbado. A juíza então, designou uma assistente social, para que fosse até a casa de Maiara, e de posse de suas conclusões, reportasse a juíza seu parecer, a fim da magistrada poder decidir, a respeito da guarda. No dia marcado para visita da assistente social, Maiara tratou de limpar a casa, vestiu o menino, tomando o cuidado de não apertá-lo as partes, levou o cãozinho para a casa de uma amiga e ficou aguardando a assistente. A campainha toca, Maiara atende, faz com que a senhora entre e sente, puxa uma cadeira para si e senta-se de frente para a assistente, com o menino no colo. Lá pelas tantas, o menino puxa a cabeça da mãe para perto de seu rosto e cochicha: -Mamãe, ta doendo muito!! Ela responde: Agüenta um pouquinho filhinho, a tia já vai embora. Quinze minutos depois, novamente: -Mamãe, ta doendo muito. -Agüenta mais um pouquinho filhinho, vai pro chão e fica em pé um pouquinho, para ver se passa. A conversa entre Maiara e a enviada da juíza ainda não findara, quando o menino se posiciona em frente as duas, baixa o calçãozinho desesperado, segura o tiquinho com uma das mãos, e diz: -Mamãe, não consigo mais agüentar, lambe aqui ligeiro! Maiara hoje brinca com o fato, mas a época foi duro convencer a juíza, que tudo não passou de engano. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sáb, 06 de Dezembro de 2008 13:28 |

